quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Bolota sorvida em taparoware cónico

Sozinho em cada letra perguntei à palavra: onde e para quê? Ela com se não fosse problema dela diz-me num tom desagradável: verbo! Só sei que me perdi pois quando abri os olhos era aquele adverbio.. começado por E... horas mais tarde a frase não fazia sentido, mas eu continuava ali deitado na letra, na feia letra. O ruído da frase mal composta doía por todo o meu corpo, não era língua apresentável nem descodificavel por seres humanos, fiz uma pausa breve para beber café, e ai lembrei-me, beber, que bom verbo para esta frase e então a mudei num instante mas ainda não era o que eu queria havia duas palavras e uma horrenda (a que falou comigo à bocado) por isso usei a boa ferramenta que é a borracha (e como eu adorava escrever com a borracha as melodias do silencio) a dor do silencio a cor do silencio. As ferias fizeram que o meu cérebro se torna-se numa pedra feia que precisa de carvão para se mexer como a locomotiva que foi outrora mas não agora, agora pedra que apaga e não escreve, escreve mas não escreve, porque se escrevesse não o faria assim. Ou será...

no fundo no fundo estava a bolota a barafustar
sorvida num taparoware cónico a barafustar somente
somente a barafustar...

"bebi uma bolota castanha e dura para amanhã a salvar"
eis a frase que escrevi depois de escrever com a borracha, depois de tanto apagar.

PS. Este texto como todos neste blog são da minha autoria, não tomei nenhuma droga alucino genica nem álcool nem café foi puro e simples imaginação infértil...

PSS. corrigido e pontuado :)

5 comentários:

  1. lol, nada eu ás vezes escrevo textos surrealistas XD

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  2. Este comentário foi removido pelo autor.

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  3. Os teus textos são muito interessantes e criativos, como já te disse, entre o nonsense e o surrealismo. Já estão melhores do ponto de vista dos erros, ams ainda precisam de alguma revisão.
    Aqui estão as correcções:

    Risoleta



    Bolota sorvida em tupperweare cónico
    Sozinho em cada letra perguntei à palavra: onde e para quê? Ela com se não fosse problema dela diz-me num tom desagradável: verbo! Só sei que me perdi VÍRGULA pois quando abri os olhos era aquele advÉrbio.. começado por E... horas mais tarde a frase não fazia sentido, mas eu continuava ali deitado na letra, na feia letra. O ruído da frase mal composta doía por todo o meu corpo, não era língua apresentável nem descodificÁvel por seres humanos, fiz uma pausa breve para beber café, e aÍ lembrei-me, beber, que bom verbo para esta frase e então mudei-A num instante VÍRGULA mas ainda não era o que eu queria VÍRGULA havia duas palavras e uma horrenda (a que falou comigo HÁ bocado) por isso usei a boa ferramenta que é a borracha (e como eu adorava escrever com a borracha as melodias do silencio) a dor do silÊncio a cor do silÊncio. As fÉrias fizeram que o meu cérebro se tornaSSE numa pedra feia que precisa de carvão para se mexer como a locomotiva que foi outrora mas não agora, agora pedra que apaga e não escreve, escreve mas não escreve, porque se escrevesse não o faria assim. Ou será...

    no fundo no fundo estava a bolota a barafustar
    sorvida num TUPPERWEARE cónico a barafustar somente
    somente a barafustar...

    "bebi uma bolota castanha e dura para amanhã a salvar"
    eis a frase que escrevi depois de escrever com a borracha, depois de tanto apagar.

    PS. Este texto como todos neste blog são da minha autoria, não tomei nenhuma droga ALUCINOGÉNEA nem álcool nem café VÍRGULA foi purA e simples imaginação infértil...

    PSS. corrigido e pontuado :)

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  4. Eu não sei se isto se pega, :-) mas apaguei e republiquei o comentário anterior, porque ao fazer uma revisão do teu blogue e dos meus comentários, detectei aqui um erro meu, gravíssimo! Moral da história: é preciso ler sempre com muito cuidado o que se escreveu...

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