Nos nossos dias mais facilmente do que nunca podemos fingir ou inventar pessoas que não somos, mas que afirmamos ser; a Internet veio revolucionar muito o que é o ser humano, já no telefone não víamos com quem falávamos mas agora com os chat’s nem ouvir ouvimos estes seres, com a Internet temos o poder de criar pessoas que não existem mas que afirmamos existirem; temos esse poder nos nossos dias, enganar nunca foi tão fácil, como é agora. Eu por exemplo tenho vários "nicks", varias máscaras, cada um (um pouco como heterónimos) é diferente na maneira de escrever/falar com os outros. Seja no Deviant art onde me faço passar pseudo artista ou noutros sites como o Youtube onde sou visto como um animador amador; a verdade é que eu não sou nem um nem o outro mas sim os dois deles mexidos com varinha magica. Até que ponto podemos inventar e enganar, a resposta é infinito. Tenho exemplos uma pessoa dogmática é facilmente enganada mesmo que afirmamos ser Deus elas acreditam sentem que são iluminadas quando não o são (é tudo psicológico) e perguntam sobre a existência e nós com esse poder inventamos mais mas sempre sem sair dos carris (não contradizer). E elas sentem que percebem o mundo como ninguém, mas que é que ia acreditar nelas?
"Ontem falei com Deus no MSN!"
>.>
"Deves estar a brincar"
Os cépticos não acreditam em nada por isso para eles o que interessa é simplesmente a razão pura que neste mundo é muito rara.
Mesmo a pessoa dogmática vai no momento pensar foi um sonho. Mas vai ao historial e vê a tal conversa
Vai demorar a perceber que foi enganada vai ficar fula, com este mundo, mas ele é assim.. Sempre foi.
Afinal as mascaras sempre são usadas para vantagens dos utilizadores, para melhor compreensão de como funciona o mundo. Com mascaras à progressão intelectual mas também uma perda de identidade ao tentar escrevê-la;
Por exemplo quando escrevo o meu nome estou a ser eu?
Quando escrevo noutro nome estou a ser outra pessoa?
Acho que não é tão simples, não é preto nem branco, é cinzento.
A cor das nossas máscaras é cinzenta.
Sendo o preto a pessoa que tentas ser,
Sendo branco a pessoa que és desde o inicio da tua vida.
Outro texto estilo crónica jornalística da autoria de Miguel Queiroz Martinho
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)

Interessante esta reflexão sobre a máscara desencadeada por Pessoa.
ResponderEliminarR
CORRECÇÃO:
MÁSCARA
ESQUECESTE-TE DE CORRIGIR O TÍTULO
ResponderEliminarR