Ontem dia 3, 3ª feira de 2000 e 3 vezes 3, acordei ás 8 e 3 mais um zero para chegar ás 3 vezes 3 horas ao metro do chiado mais precisamente à porta da brasileira.
Encontrei ainda no metro o Francisco, um pouco mais tarde encontramos mais 3 alunos da turma; quando já éramos um grupo valente já eram 3 vezes 3 e 3 mais um zero horas pois tinhamos de estar no largo do são Carlos e assim lá fomos ter, encontrando 3 pessoas: as professoras de português e historia, mais o Guia da nossa vista pela "baixa pessoana", este ultimo pronunciou uma grande informação importante da vida de Fernando Pessoa, falando da família, da casa onde nasceu que no resto chão era uma sede republicana, o que pode o ter influenciado na sua auto e hetero critica, o facto de ser uma casa perto do teatro também faz que tenha acesso a uma vida social e cultural rica etc.
No final das suas sabias palavras, pediu que alguém lê-se um poema, o poema "a chuva obliqua" que não podia estar mais certo com o dia de ontem pois chovia e obliquamente :D (estou a brincar mas que estava a chover muito estava)
A chuva aliás dificultou em muito o "anota texto" que tencionava nesta visita
Só escrevi 2 páginas molhadas.
Fomos ainda à igreja onde foi baptizado, descobrimos que nasceu no mesmo dia que santo António e que o seu interesse e culto pela religião católica foi numa primeira fase importante para ele, mas depois teve uma ruptura acentuada com esta.
a igreja por dentro era como a maioria das igrejas monumental e bonita agradável e restaurada.
Fomos à brasileira (outra vez) e descobrimos que havia outra brasileira no rossio.
A viagem assim continuou por muitos sítios que eu desconhecia a historia, e quase imaginei as coisas no seu tempo como uma viagem temporal e tenho de acrescentar que os poemas estavam bem colocados em cada sítio em que eram lidos...
Gostei muito da visita apesar de ás vezes não ter conseguido ouvir as palavras que o guia dizia (o ruído de chuva + transito + colegas tornava ás vezes difícil a compreensão)
Miguel Queiroz Martinho
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
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Gostei do tom humorístico e leve do relatório, e da tentativa para fazer um exercício de estilo à maneira de Raymond Queneau, mas não terminámos à porta da Brasileira, pois não? :-)
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CORRECÇÕES:
Ontem dia 3, 3ª feira de 2000 e 3 vezes 3, acordei Às 8 e 3 mais um zero para chegar Às 3 vezes 3 horas ao metro do Chiado mais precisamente à porta da Brasileira.
Encontrei ainda no metro o Francisco, um pouco mais tarde encontrÁmos mais 3 alunos da turma; quando já éramos um grupo valente já eram 3 vezes 3 e 3 mais um zero horas pois tÍnhamos de estar no largo do São Carlos e assim lá fomos ter, encontrando 3 pessoas: as professoras de português e histÓria, mais o Guia da nossa vista pela "Baixa pessoana", este Último TRANSMITIU uma grande informação importante da vida de Fernando Pessoa, falando da família, da casa onde nasceu que no RÉS-DO-CHÃO era uma sede republicana, o que O pode ter influenciado na sua auto e hetero crÍtica, o facto de ser uma casa perto do teatro também faz que tenha acesso a uma vida social e cultural rica etc.
No final das suas sÁbias palavras, pediu que alguém LESSE um poema, o poema "Chuva oblÍqua" que não podia estar mais certo com o dia de ontem pois chovia e obliquamente :D (estou a brincar VÍRGULA mas que estava a chover muito estava)
A chuva aliás dificultou em muito o "anota texto" que tencionava nesta visita
Só escrevi 2 páginas molhadas.
Fomos ainda à igreja onde foi baptizado, descobrimos que nasceu no mesmo dia que santo António e que o seu interesse e culto pela religião católica foi numa primeira fase importante para ele, mas depois teve uma ruptura acentuada com esta.
A igreja por dentro era como a maioria das igrejas DOIS PONTOS monumental e bonita VÍRGULA agradável e restaurada.
Fomos à Brasileira (outra vez) e descobrimos que havia outra Brasileira no Rossio.
A viagem assim continuou por muitos sítios DE que eu desconhecia a historia, e quase imaginei as coisas no seu tempo como uma viagem temporal e tenho de acrescentar que os poemas estavam bem ESCOLHIDOS em cada sítio em que eram lidos...
Gostei muito da visita apesar de ÀS vezes não ter conseguido ouvir as palavras que o guia dizia (o ruído de chuva + trÂnsito + colegas tornava Às vezes difícil a compreensão)