este blog está encerado por a sua função ter sido concluida continuarei a escrever e publicar na internet no meu outro blog "meu e só meu muhahaha!" >>> http://mikas-korehome.blogspot.com/
ps.'s adicionais
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já agora informo que acabei o secundario (passei) com uma media de 14,6 valores em 20 totais sendo as notas mais altas: Portugues, Historia e Cultura das Artes e Inglês ás quais tive 16 valores.
a nota mais baixa foi a PAA, inconvenientemente uma nota que valia por duas, foi um 13 que baixou-me a media mas reconheço que conseguia fazer melhor (usei mal o tempo possivelmente) - tenho nivel 3 proficional!
já me candidatei ao ensino superior (obvio) com o exame de HCA (13,5) a media(calculada) fica 14,3 mas o mais baixo do ano passado tinha 12,3 por isso em principio entro. se não entro na noite XD
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
quarta-feira, 11 de março de 2009
Relatório final do blog
Acho que o blog dum modo geral foi positivo, diversificado, interessante. Acho que poderia ser melhor, se tivesse conseguido melhor as relações entre os 3 temas; coisa que nos últimos posts penso estar melhor resolvido que nos primeiros. Mas não acho que textos de estilo como houve muitos no meu blog sejam negativos, nem 100% descontextualizados da matéria ou dos elementos (eu fiz um pouco de todos os elementos, pois se utilizasse sempre o mesmo, acho que se tornava monótono.), Tenciono continuar o blog depois do trabalho terminar porque diverte-me escrever de vez em quando, sem a regra do 2 por semana :O que foi um dos problemas do blog que apesar de tudo tem um numero relativamente grande "15" de textos. Foi uma boa experiência enquanto objecto de avaliação.
segunda-feira, 9 de março de 2009
teatro das almas de almain
(do escuro surge uma voz muito aguda e embirrenta)
1ªvoz - serei eu quem fui? Será que se quer fui, quem penso ser? fui ou sou?
(uma voz grave, baixa e calma)
2ª voz - és e foste, como eu fui e tu serás.
1ª Voz – como? Serei?
2ª voz – sim serás o que sempre foste pois isso nunca muda...
1ª voz - discordo não penso que seja o mesmo que fui quando era mais novo, era um diabrete!
2ª voz - ainda o és!
1ª voz - Nada! De maneira alguma sou o mesmo!
2ª voz – então diz-me... como acabaste os dias aqui nas almas de almain?
(a luz acende-se e vê-se apenas uma pessoa gorda no palco e é dona da segunda voz)
2ª voz - não penses que todos acabam aqui irmão...
1ª voz - quem és tu? Como sabes o que fiz? Sabes? E onde é que estás?
2ª voz - eu sou um de vós, sei parcialmente, e tu, tu é que não estás..
1ª Voz – estar? E tu, tu estás?
2ª voz – agora sim...
(as luzes apagam-se)
2ª voz – agora não...
1ª voz – que raio de brincadeira é esta? mas tu és Deus?
2ª voz - (ri-se) Sou tão Deus como tu...
1ª voz - então como raio sabes?
2ª voz - eu vi porque estava lá.
1ª voz - vivo? Ou morto?
2ª voz – que eu saiba ainda estamos vivos...
1ª voz – então e a conversa de estar e não estar?
2ª voz – enquanto houver fala e dialogo acredito na minha vida.
1ª voz – quem é você? Como sabe o que sabe?
2ª voz – não dês tanta importância irmão...
(a luz acende-se e desta vez a personagem em palco é magra e idosa é dona da primeira voz)
1ª voz - aahhh! Que horror! Mas onde estou eu agora??
2ª voz - agora existe você e eu não. (tom de quem sabe muito do assunto e de quem chama burro ao outro)
1ª voz - isto de facto é mais bonito aqui, mas isto é assim, um existe depois outro não..
(interrompida)
2ª voz – nem sempre, já me encontrei com muitos aqui, ou ai neste caso.
1ª Voz – diga lá, se estamos vivos à maneira de voltar-mos ás ruas?
2ª voz – sinceramente, depois do que fez pedir isso, não é um pouco de mais?
1ª voz – Á pois é! Você sabe!
2ª Voz – se sei!
1ª voz – só não sei como...
(apagam-se as luzes)
1ª voz – olha, já não existo outra vez... Mas diga lá eu conheço-o?
2ª voz – como disse antes isso é pouco importante,
(interrompido)
1ª voz – o que é importante então aqui? Nas ditas almas de amain?
2ª voz – (surpreendido) estava a ver que nunca mais lá chegava, o importante é falar com o outro neste caso, eu sou o seu "outro" e você e o meu. Nesta fala um vai vencer, como numa luta de gladiadores, e outro vai deixar de existir por completo, nem fala.
1ª Voz – mas então você é um vencedor?
2ª voz – podemos dizer que tenho 12 vitórias aqui e zero derrotas.
1ª Voz – como sabe o que acontece a quem perde?
2ª voz – disse-me um dos 12 de quem venci.
1ª Voz – esse 1 já tinha vitórias?
2ª voz – obviamente, só jogando se percebe as regras.
1ª Voz – como se ganha?
2ª voz – Acha-me estúpido? Pensa mesmo que lhe vou dizer?
(as luzes acendem-se e desta vez estão os dois em palco)
coro – existimos!
1ª voz – eu não tenho experiência alguma neste jogo, você está em vantagem!
2ª voz – agora vejo como é... isso pode ser outro trunfo contra si, se soubesse as regras talvez ganhasse..
\\
para continuar tentativa de texto em modo dramatico
1ªvoz - serei eu quem fui? Será que se quer fui, quem penso ser? fui ou sou?
(uma voz grave, baixa e calma)
2ª voz - és e foste, como eu fui e tu serás.
1ª Voz – como? Serei?
2ª voz – sim serás o que sempre foste pois isso nunca muda...
1ª voz - discordo não penso que seja o mesmo que fui quando era mais novo, era um diabrete!
2ª voz - ainda o és!
1ª voz - Nada! De maneira alguma sou o mesmo!
2ª voz – então diz-me... como acabaste os dias aqui nas almas de almain?
(a luz acende-se e vê-se apenas uma pessoa gorda no palco e é dona da segunda voz)
2ª voz - não penses que todos acabam aqui irmão...
1ª voz - quem és tu? Como sabes o que fiz? Sabes? E onde é que estás?
2ª voz - eu sou um de vós, sei parcialmente, e tu, tu é que não estás..
1ª Voz – estar? E tu, tu estás?
2ª voz – agora sim...
(as luzes apagam-se)
2ª voz – agora não...
1ª voz – que raio de brincadeira é esta? mas tu és Deus?
2ª voz - (ri-se) Sou tão Deus como tu...
1ª voz - então como raio sabes?
2ª voz - eu vi porque estava lá.
1ª voz - vivo? Ou morto?
2ª voz – que eu saiba ainda estamos vivos...
1ª voz – então e a conversa de estar e não estar?
2ª voz – enquanto houver fala e dialogo acredito na minha vida.
1ª voz – quem é você? Como sabe o que sabe?
2ª voz – não dês tanta importância irmão...
(a luz acende-se e desta vez a personagem em palco é magra e idosa é dona da primeira voz)
1ª voz - aahhh! Que horror! Mas onde estou eu agora??
2ª voz - agora existe você e eu não. (tom de quem sabe muito do assunto e de quem chama burro ao outro)
1ª voz - isto de facto é mais bonito aqui, mas isto é assim, um existe depois outro não..
(interrompida)
2ª voz – nem sempre, já me encontrei com muitos aqui, ou ai neste caso.
1ª Voz – diga lá, se estamos vivos à maneira de voltar-mos ás ruas?
2ª voz – sinceramente, depois do que fez pedir isso, não é um pouco de mais?
1ª voz – Á pois é! Você sabe!
2ª Voz – se sei!
1ª voz – só não sei como...
(apagam-se as luzes)
1ª voz – olha, já não existo outra vez... Mas diga lá eu conheço-o?
2ª voz – como disse antes isso é pouco importante,
(interrompido)
1ª voz – o que é importante então aqui? Nas ditas almas de amain?
2ª voz – (surpreendido) estava a ver que nunca mais lá chegava, o importante é falar com o outro neste caso, eu sou o seu "outro" e você e o meu. Nesta fala um vai vencer, como numa luta de gladiadores, e outro vai deixar de existir por completo, nem fala.
1ª Voz – mas então você é um vencedor?
2ª voz – podemos dizer que tenho 12 vitórias aqui e zero derrotas.
1ª Voz – como sabe o que acontece a quem perde?
2ª voz – disse-me um dos 12 de quem venci.
1ª Voz – esse 1 já tinha vitórias?
2ª voz – obviamente, só jogando se percebe as regras.
1ª Voz – como se ganha?
2ª voz – Acha-me estúpido? Pensa mesmo que lhe vou dizer?
(as luzes acendem-se e desta vez estão os dois em palco)
coro – existimos!
1ª voz – eu não tenho experiência alguma neste jogo, você está em vantagem!
2ª voz – agora vejo como é... isso pode ser outro trunfo contra si, se soubesse as regras talvez ganhasse..
\\
para continuar tentativa de texto em modo dramatico
sábado, 7 de março de 2009
Carnaval
(atrasado mas ainda a tempo)
O que é o Carnaval?
Para que serve? Um dia onde tudo vale, um dia onde somos diferentes.
Um dia em que não somos os tijolos dum muro chamado sociedade que nos torna monótonos trabalhadores de poucos sorrisos, serve para quebrar esse muro, para ver o jardim do outro lado, um sonho ou uma realidade alternativa que nos vai guiar as 24 horas desse dia, esse 1 em 360. Dia em que a imagem, o movimento, a voz podem ter um papel importante na personagem por nós representada.
E porquê a mascara? Será que queremos ser quem mascaramos? Será que há alguma explicação psicológica para a mascara que escolhemos, ou é irrelevante?
O acto de desfilar é um ritual muito tribal, de estar num grupo que te compreende ao estares num universo diferente dos que estão fora dele.
(tudo isto para antecipar a suposta Páscoa que corta em todos os excessos humanos do resto do ano.)
Será que para alguns a mascara é no fundo como queriam ser no dia a dia?
Mas que por vergonha, e medo de discriminação não o fazem.
Se esse for o caso então todos os dias são Carnaval para eles, sendo esse dia o único em que estão "nus".
nada é muito certo, mas diverte e muta-se todos os anos, sendo uma coisa sempre actual e cultural.
Como o teatro Grego, Há uma encarnação psicologica atrás do fato que se for bem seguida diverte o publico circundante ao desfile. Acho que o carnaval nunca deve ser visto com maus olhos, nem como uma coisa só de crianças, espero que mesmo nos meu 80 anos (se chegar lá) me mascare, como critica ao mundo cinzento que são as pessoas que não o fazem.
relaciona materia do Teatro/Mascara com o Carnaval
O que é o Carnaval?
Para que serve? Um dia onde tudo vale, um dia onde somos diferentes.
Um dia em que não somos os tijolos dum muro chamado sociedade que nos torna monótonos trabalhadores de poucos sorrisos, serve para quebrar esse muro, para ver o jardim do outro lado, um sonho ou uma realidade alternativa que nos vai guiar as 24 horas desse dia, esse 1 em 360. Dia em que a imagem, o movimento, a voz podem ter um papel importante na personagem por nós representada.
E porquê a mascara? Será que queremos ser quem mascaramos? Será que há alguma explicação psicológica para a mascara que escolhemos, ou é irrelevante?
O acto de desfilar é um ritual muito tribal, de estar num grupo que te compreende ao estares num universo diferente dos que estão fora dele.
(tudo isto para antecipar a suposta Páscoa que corta em todos os excessos humanos do resto do ano.)
Será que para alguns a mascara é no fundo como queriam ser no dia a dia?
Mas que por vergonha, e medo de discriminação não o fazem.
Se esse for o caso então todos os dias são Carnaval para eles, sendo esse dia o único em que estão "nus".
nada é muito certo, mas diverte e muta-se todos os anos, sendo uma coisa sempre actual e cultural.
Como o teatro Grego, Há uma encarnação psicologica atrás do fato que se for bem seguida diverte o publico circundante ao desfile. Acho que o carnaval nunca deve ser visto com maus olhos, nem como uma coisa só de crianças, espero que mesmo nos meu 80 anos (se chegar lá) me mascare, como critica ao mundo cinzento que são as pessoas que não o fazem.
relaciona materia do Teatro/Mascara com o Carnaval
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
3 poemas três estilos
(feito no ambito de uma aula de português)
3 poemas com uma mesma frase\verso sendo cada um dos textos ao estilo dos heteronimos de Fernando Pessoa: Alberto Caeiro, Alvaro de Campos e Ricardo Reis
---
Olha-me rindo uma criança
Brincando no jardim,
a correr ás voltas
lembra-me de mim
solto no passado, a minha cabeça
arde e arde
sem fim
Alvaro de Campos
--
Olha-me rindo uma criança
e corre pelos bosques,
na sua alegria encontra
o porquê das coisas
existêm porque existêm
só isso...
Alberto Caeiro
---
Olha-me rindo uma criança
mas não a quero conheçer
quero pois sim,
como ela, viver
o momento presente
Ricardo Reis
--
confeço que Ricardo Reis foi o que me deu mais trabalho a inventar, e que os outros dois sairam como se estivessem dentro de mim. mas isso não importa pois estou satisfeito com os três.
3 poemas com uma mesma frase\verso sendo cada um dos textos ao estilo dos heteronimos de Fernando Pessoa: Alberto Caeiro, Alvaro de Campos e Ricardo Reis
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Olha-me rindo uma criança
Brincando no jardim,
a correr ás voltas
lembra-me de mim
solto no passado, a minha cabeça
arde e arde
sem fim
Alvaro de Campos
--
Olha-me rindo uma criança
e corre pelos bosques,
na sua alegria encontra
o porquê das coisas
existêm porque existêm
só isso...
Alberto Caeiro
---
Olha-me rindo uma criança
mas não a quero conheçer
quero pois sim,
como ela, viver
o momento presente
Ricardo Reis
--
confeço que Ricardo Reis foi o que me deu mais trabalho a inventar, e que os outros dois sairam como se estivessem dentro de mim. mas isso não importa pois estou satisfeito com os três.
sábado, 14 de fevereiro de 2009
copo de liquido verde
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--|--|--|--|--|--|--|--|--|--|--|--|--|--|--|--|--|
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Estava já de pijama, dirigindo-me para a casa de banho quando tenho um leve desmaio, nesses poucos 3 segundos vi a casa de banho de outro modo, era um sítio mais escuro e cheirava a gás. Abri a porta e novamente a porta era outra e de peso diferente, consegui ainda ouvir frases em francês, e um cheiro a álcool forte veio-me ás narinas. Em frente estava o espelho como sempre e um copo com a escova, pegei na escova e de repente a escova era faca e novamente naquele ambiente obscuro cortei uma fatia de queijo malcheiroso. Quando voltei a mim estava sujo com pasta dos dentes a ilusão estava a controlar-me como um boneco de voo doo e não havia maneira de pará-la. Lá consegui com alguma dificuldade lavar os dentes, mas sempre com o receio de cortar o outro como se o voo doo resultasse nos dois... olhei para o espelho e disse: "c'est un verre d'absinthe", estranhei tais palavras saídas da minha boca mas de repente o espelho respondeu " oui cet ici" agarrei na garrafa de flour e enchi mais do que a norma o seu copo, e entrei no outro mundo mesmo antes de beber, percebi onde estava apesar do efeito de quadro impressionista de esfumado e claro, como se eu fosse um quadro em movimento que não controlava, sei que estava numa taberna nos finais do sec. IXX e ao meu lado estava Aguste Renoir e outros impressionistas fiquei estupefacto, mas já estava com o absinto na mão, e não controlava o corpo em que estava e não estava, ele ou\e eu proferimos em coro "la vida est bêle" e bebemos o absinto \ flour. flour que ainda consegui cuspir a tempo de não me matar mas ardeu quase fundo como o absinto. Estranho o sucedido pois nunca mais me aconteceu tal coisa e pergunto ao doutor Alberto se estou são da cabeça?
Doutor Alberto: - A tua visita a França naquela "Tour d'Art" fez-lhe mal à cabeça, recomendo que visite antes o British Museum na secção Egípcia pode ser que desvende alguns mistérios milenários no mundo! Cuidado com a zona dos dinossáurios ainda pode acabar por ser almoço de um.
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Tentativa de intresecionismo num diálogo doutor - paciente
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Estava já de pijama, dirigindo-me para a casa de banho quando tenho um leve desmaio, nesses poucos 3 segundos vi a casa de banho de outro modo, era um sítio mais escuro e cheirava a gás. Abri a porta e novamente a porta era outra e de peso diferente, consegui ainda ouvir frases em francês, e um cheiro a álcool forte veio-me ás narinas. Em frente estava o espelho como sempre e um copo com a escova, pegei na escova e de repente a escova era faca e novamente naquele ambiente obscuro cortei uma fatia de queijo malcheiroso. Quando voltei a mim estava sujo com pasta dos dentes a ilusão estava a controlar-me como um boneco de voo doo e não havia maneira de pará-la. Lá consegui com alguma dificuldade lavar os dentes, mas sempre com o receio de cortar o outro como se o voo doo resultasse nos dois... olhei para o espelho e disse: "c'est un verre d'absinthe", estranhei tais palavras saídas da minha boca mas de repente o espelho respondeu " oui cet ici" agarrei na garrafa de flour e enchi mais do que a norma o seu copo, e entrei no outro mundo mesmo antes de beber, percebi onde estava apesar do efeito de quadro impressionista de esfumado e claro, como se eu fosse um quadro em movimento que não controlava, sei que estava numa taberna nos finais do sec. IXX e ao meu lado estava Aguste Renoir e outros impressionistas fiquei estupefacto, mas já estava com o absinto na mão, e não controlava o corpo em que estava e não estava, ele ou\e eu proferimos em coro "la vida est bêle" e bebemos o absinto \ flour. flour que ainda consegui cuspir a tempo de não me matar mas ardeu quase fundo como o absinto. Estranho o sucedido pois nunca mais me aconteceu tal coisa e pergunto ao doutor Alberto se estou são da cabeça?
Doutor Alberto: - A tua visita a França naquela "Tour d'Art" fez-lhe mal à cabeça, recomendo que visite antes o British Museum na secção Egípcia pode ser que desvende alguns mistérios milenários no mundo! Cuidado com a zona dos dinossáurios ainda pode acabar por ser almoço de um.
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Tentativa de intresecionismo num diálogo doutor - paciente
Tempo relativo \ efemiridade veloz
O tempo é um infinito que nada serve a si mesmo, serve sim a quem vive e dura dentro dele. O tempo é uma ampulheta gigante onde os vivos estão em cima e os mortos em baixo. De nada serve ao tempo se ele é apenas uma medida por nós criada, essa medida diz-nos apenas a nossa cota na ampulheta de cima e depois em baixo para nada serve o tempo porque mesmo escrito, filmado e fotografado um dia hás-de ser esquecido e ai morres para sempre.
Os tempos mudaram a vida está veloz, a nossa sociedade já não se baseia no ócio grego, mas sim no TGV Mundial. Há muito pouco tempo o mundo ocidental uniu-se e evolui com uma força rapidíssima eu notei alterações brutais nos últimos 10 anos, e acredito que quando tiver 50 o mundo será irreconhecível. A velocidade do conhecimento é notável, nunca tanto conhecimento esteve tão perto das pessoas, nunca uma pessoa teve acesso a mais 4000 musicas de álbuns diferentes num aparelho mais pequeno que um amendoim. O tempo é relativo também devido a esta velocidade este conhecimento efémero da Internet o novo dicionário das novas gerações, um dicionário com erros, um dicionário de todos, onde todas as línguas flúem com ideais para o futuro. O futuro é tempo, que é escrito por pessoas no presente, cada passo de um pode influenciar o mundo numa descoberta. a descoberta é o objectivo eterno do homem conhecer o que nunca conheceu. O infinito é irrelevante, este nosso sonho de vampiro atormenta-nos e sempre o há-de fazer, a velocidade MATA.
baseiado na sociadade actual e na visão de Ricardo Reis em relação ao tempo efemero.
Miguel Martinho
Os tempos mudaram a vida está veloz, a nossa sociedade já não se baseia no ócio grego, mas sim no TGV Mundial. Há muito pouco tempo o mundo ocidental uniu-se e evolui com uma força rapidíssima eu notei alterações brutais nos últimos 10 anos, e acredito que quando tiver 50 o mundo será irreconhecível. A velocidade do conhecimento é notável, nunca tanto conhecimento esteve tão perto das pessoas, nunca uma pessoa teve acesso a mais 4000 musicas de álbuns diferentes num aparelho mais pequeno que um amendoim. O tempo é relativo também devido a esta velocidade este conhecimento efémero da Internet o novo dicionário das novas gerações, um dicionário com erros, um dicionário de todos, onde todas as línguas flúem com ideais para o futuro. O futuro é tempo, que é escrito por pessoas no presente, cada passo de um pode influenciar o mundo numa descoberta. a descoberta é o objectivo eterno do homem conhecer o que nunca conheceu. O infinito é irrelevante, este nosso sonho de vampiro atormenta-nos e sempre o há-de fazer, a velocidade MATA.
baseiado na sociadade actual e na visão de Ricardo Reis em relação ao tempo efemero.
Miguel Martinho
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
relatorio do blog
Bom, vou fazer uma apreciação do meu blog, acho que está engraçado e variado em informação, mas que se calhar está a fugir aos temas, são textos pessoais e têm a ver com a minha vida, faço comentários e tento, dentro do possível de relacionar com a matéria dada acho que o texto onde melhor consegui isso foi "1 máscara, 2 máscaras, 3 máscaras" os outros são mais exercícios de estilo próprio enquanto "escritor de blog". O elemento que escolhi no primeiro período já não me lembro qual é, por isso não tenho referido muito, embora nos meus textos tente sempre falar de vários elementos por exemplo no "sonho da mulher dos olhos de madeira" à referencia a agua terra e ar duma forma muito simbólica. Acho que está positivo, mas que ainda posso fazer melhor, e será o que vou tentar fazer de agora em diante ;)
Curta mas suficiente para auto-critica.
Curta mas suficiente para auto-critica.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Sobre a visita de estudo
Ontem dia 3, 3ª feira de 2000 e 3 vezes 3, acordei ás 8 e 3 mais um zero para chegar ás 3 vezes 3 horas ao metro do chiado mais precisamente à porta da brasileira.
Encontrei ainda no metro o Francisco, um pouco mais tarde encontramos mais 3 alunos da turma; quando já éramos um grupo valente já eram 3 vezes 3 e 3 mais um zero horas pois tinhamos de estar no largo do são Carlos e assim lá fomos ter, encontrando 3 pessoas: as professoras de português e historia, mais o Guia da nossa vista pela "baixa pessoana", este ultimo pronunciou uma grande informação importante da vida de Fernando Pessoa, falando da família, da casa onde nasceu que no resto chão era uma sede republicana, o que pode o ter influenciado na sua auto e hetero critica, o facto de ser uma casa perto do teatro também faz que tenha acesso a uma vida social e cultural rica etc.
No final das suas sabias palavras, pediu que alguém lê-se um poema, o poema "a chuva obliqua" que não podia estar mais certo com o dia de ontem pois chovia e obliquamente :D (estou a brincar mas que estava a chover muito estava)
A chuva aliás dificultou em muito o "anota texto" que tencionava nesta visita
Só escrevi 2 páginas molhadas.
Fomos ainda à igreja onde foi baptizado, descobrimos que nasceu no mesmo dia que santo António e que o seu interesse e culto pela religião católica foi numa primeira fase importante para ele, mas depois teve uma ruptura acentuada com esta.
a igreja por dentro era como a maioria das igrejas monumental e bonita agradável e restaurada.
Fomos à brasileira (outra vez) e descobrimos que havia outra brasileira no rossio.
A viagem assim continuou por muitos sítios que eu desconhecia a historia, e quase imaginei as coisas no seu tempo como uma viagem temporal e tenho de acrescentar que os poemas estavam bem colocados em cada sítio em que eram lidos...
Gostei muito da visita apesar de ás vezes não ter conseguido ouvir as palavras que o guia dizia (o ruído de chuva + transito + colegas tornava ás vezes difícil a compreensão)
Miguel Queiroz Martinho
Encontrei ainda no metro o Francisco, um pouco mais tarde encontramos mais 3 alunos da turma; quando já éramos um grupo valente já eram 3 vezes 3 e 3 mais um zero horas pois tinhamos de estar no largo do são Carlos e assim lá fomos ter, encontrando 3 pessoas: as professoras de português e historia, mais o Guia da nossa vista pela "baixa pessoana", este ultimo pronunciou uma grande informação importante da vida de Fernando Pessoa, falando da família, da casa onde nasceu que no resto chão era uma sede republicana, o que pode o ter influenciado na sua auto e hetero critica, o facto de ser uma casa perto do teatro também faz que tenha acesso a uma vida social e cultural rica etc.
No final das suas sabias palavras, pediu que alguém lê-se um poema, o poema "a chuva obliqua" que não podia estar mais certo com o dia de ontem pois chovia e obliquamente :D (estou a brincar mas que estava a chover muito estava)
A chuva aliás dificultou em muito o "anota texto" que tencionava nesta visita
Só escrevi 2 páginas molhadas.
Fomos ainda à igreja onde foi baptizado, descobrimos que nasceu no mesmo dia que santo António e que o seu interesse e culto pela religião católica foi numa primeira fase importante para ele, mas depois teve uma ruptura acentuada com esta.
a igreja por dentro era como a maioria das igrejas monumental e bonita agradável e restaurada.
Fomos à brasileira (outra vez) e descobrimos que havia outra brasileira no rossio.
A viagem assim continuou por muitos sítios que eu desconhecia a historia, e quase imaginei as coisas no seu tempo como uma viagem temporal e tenho de acrescentar que os poemas estavam bem colocados em cada sítio em que eram lidos...
Gostei muito da visita apesar de ás vezes não ter conseguido ouvir as palavras que o guia dizia (o ruído de chuva + transito + colegas tornava ás vezes difícil a compreensão)
Miguel Queiroz Martinho
domingo, 1 de fevereiro de 2009
e para dar mais do que palavras ao meu blog!
ssssSSSSiiim porque há mais na vida que palavras aqui vai uma canção de sergio godinho ;)
...e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida...
...e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida...
Marat (filme de Peter Broke)
Na passada 6ª feira eu e mais algum pessoal da turma fomos assistir a um filme de Peter Broke um realizador inglês, O filme foi bastante interessante e diferente da maioria dos filmes actuais ( Não estou a dizer que não gosto dos actuais, até gostei muito de “a troca” de Clint Eastwood e do filme “Bejamin Boton”) sendo o filme passado todo no mesmo espaço (uma espécie de jaula \ manicómio ) e tempo ( acho que era passado pouco depois da revolução francesa ou então já em época napoleónica) onde os ditos malucos tinham de representar uma peça de teatro sobre a revolução francesa para serem libertos como pessoas normais, isto é um conceito completamente plausível numa época que invocava as igualdades.
O filme tinha planos muito compridos para o que estamos habituados e também muito próximos das caras das personagens. A sonoplastia do filme também é brilhante, visto que o teatro é musical e tinha efeitos sonoros criados pelos malucos para simular situações como um chicote que visualmente eram cabelos.
A peça fala muito de Marat, que alias é o nome do filme, e como os seus ideais de igualdade foram em parte destruídos no final da revolução. O final é a explosão dos malucos em tornarem-se neles outra vez, no sentido em que eles durante o filme estão a encarnar personagens da peça, mas no fim voltam a ficar lunáticos e caóticos.
Foi um filme pesado psicologicamente e deixa sempre aquele final à maneira do “laranja mecânica” de Kurbic. De não sabermos muito bem o que pensar, se por um lado são humanos não devia estar em jaulas, mas pelo outro se for como a situação final do filme, é no mínimo assustador…
mini-critica
Miguel Queiroz Martinho
O filme tinha planos muito compridos para o que estamos habituados e também muito próximos das caras das personagens. A sonoplastia do filme também é brilhante, visto que o teatro é musical e tinha efeitos sonoros criados pelos malucos para simular situações como um chicote que visualmente eram cabelos.
A peça fala muito de Marat, que alias é o nome do filme, e como os seus ideais de igualdade foram em parte destruídos no final da revolução. O final é a explosão dos malucos em tornarem-se neles outra vez, no sentido em que eles durante o filme estão a encarnar personagens da peça, mas no fim voltam a ficar lunáticos e caóticos.
Foi um filme pesado psicologicamente e deixa sempre aquele final à maneira do “laranja mecânica” de Kurbic. De não sabermos muito bem o que pensar, se por um lado são humanos não devia estar em jaulas, mas pelo outro se for como a situação final do filme, é no mínimo assustador…
mini-critica
Miguel Queiroz Martinho
posts em atrasso
vou publicar 3 posts hoje (um atrassado da semana ante-passada e 2 da semana passada)
.....................................................................................
Chove lá fora, oiço gota a gota cair
E cai e cai no chão,
Como as bombas em Gaza
Cai e cai
Na Destruição e no esquecimento
Chove muito,
Chovem as lágrimas
Das pessoas que perdem família
Das famílias que perdem emprego
A falta de pão e grão em casa
A chamada fome
DO ano 2009
É muita água, é muita crise
Mas já a passamos
Noutro tempo,
"Já choveu aqui"
Mas o Sol está sempre na espera
Para um dia brilhar
Para voltar
Há de passar…
Miguel Queiroz Martinho
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Chove lá fora, oiço gota a gota cair
E cai e cai no chão,
Como as bombas em Gaza
Cai e cai
Na Destruição e no esquecimento
Chove muito,
Chovem as lágrimas
Das pessoas que perdem família
Das famílias que perdem emprego
A falta de pão e grão em casa
A chamada fome
DO ano 2009
É muita água, é muita crise
Mas já a passamos
Noutro tempo,
"Já choveu aqui"
Mas o Sol está sempre na espera
Para um dia brilhar
Para voltar
Há de passar…
Miguel Queiroz Martinho
sábado, 24 de janeiro de 2009
dislexia
Tudo começou quando vi aquele gatilho sentadilho no muro a dormir, parceu-me magrilho e com fome. chamei-nho e ele acordou, mostrei-nhe que tinha comida e saltou, já junto de mim fiz-nhe uma festilha e foi ai que o gatilho se presionou houve um tiro e morreu a pessoa que estava a minha frente...
Tive a ideia de escrever este pequeno texto depois de uma conversa com a minha avó, lembrou-me que eu costumava ter, e ainda tenho ás vezes, erros dislexicos. Um dos mais comuns era os lhe's e os nhe's; nos dias de hoje já quase não aparecem mas há excepções por exemplo: Espanha que muitas vezes escrevo Espalha e corrijo automaticamente só no fim de a escrever, outro dia também encontrei uma daquelas bandas desenhadas que escrevia e vi erros ainda mais graves como domdeiros em vez de bombeiros etc. acho que nunca me abandonou a dislexia apenas é mais forte em certas situações (fome\cansaço) e mais fraca noutras (a maioria das vezes).
o texto do inicio é engraçado por duas razões:
1. pode ser visto como uma transmutação do gato em pistola. sendo o personagem um assasino.
2. pode ser entendido como uma pessoa que não sabia escrever, mas de repente passou a fazê-lo, sendo uma personagem que assistiu a morte em questão.
deixo uma pergunta em aberto:
um polícia se lesse estas declarações que faria com o individo que as escreveu?
Tive a ideia de escrever este pequeno texto depois de uma conversa com a minha avó, lembrou-me que eu costumava ter, e ainda tenho ás vezes, erros dislexicos. Um dos mais comuns era os lhe's e os nhe's; nos dias de hoje já quase não aparecem mas há excepções por exemplo: Espanha que muitas vezes escrevo Espalha e corrijo automaticamente só no fim de a escrever, outro dia também encontrei uma daquelas bandas desenhadas que escrevia e vi erros ainda mais graves como domdeiros em vez de bombeiros etc. acho que nunca me abandonou a dislexia apenas é mais forte em certas situações (fome\cansaço) e mais fraca noutras (a maioria das vezes).
o texto do inicio é engraçado por duas razões:
1. pode ser visto como uma transmutação do gato em pistola. sendo o personagem um assasino.
2. pode ser entendido como uma pessoa que não sabia escrever, mas de repente passou a fazê-lo, sendo uma personagem que assistiu a morte em questão.
deixo uma pergunta em aberto:
um polícia se lesse estas declarações que faria com o individo que as escreveu?
sábado, 17 de janeiro de 2009
o sonho da mulher com olhos de madeira
Estava num banco, de sentar, à beira de uma grande falésia, com mar no fundo, estava de olhos fechados mas ouvia o som das ondas a rebentar contra as paredes do solo, sentia ainda a água fresca na cara. Abri os olhos e vi do fundo do mar sair uma mulher que de nado passou a voo e de voo para uma dança aeria, os cabelos eram como fogo de artificio sempre a explodir, e tinha um sorriso nos lábios, enquanto dançava estava num ponto de alegria pura, mas depois viu-me, e começou a aproximar-se.
Percebi, à medida que se aproximava que os seus olhos eram de madeira, ela sentou-se ao meu lado no mesmo banco e disse:
"Se todo o mundo fosse como o fundo dos mares haveria mais razões para dançar"
Os olhos dela estavam secos e ásperos mas ela chorava pelo canto do olho.
"Se não estivesses aqui parado num banco podias mudar o mundo"
O cabelo dela agora estava azul e já era o que se pode chamar de cabelo.
Ela sorriu duma forma estranha.
"Não falas, não te mexes, não mudas. E por isso destróis o mundo"
Por mais estranho que possa parecer eu não falei.
Um dos olhos estava a ficar envernizado e brilhante, o outro continuava áspero e seco.
Ela disse: "duas faces, dois mundos, dois olhos. Um sentado, outro a dançar..."
No olho de verniz vi reflexos de vários dançarinos a dançar e voar.
No outro não via nada e sentia-me sozinho ao olhar para ele, não havia vida…
"Danças?"
(não respondi)
"Então sentas-te para sempre?"
Levantei-me do banco e disse:
Nunca fui bom dançarino mas vale a pena tentar.
Ela desapareceu e percebi que continuava na falésia, apenas uma diferença, estava de pé.
Miguel Queiroz Martinho
Percebi, à medida que se aproximava que os seus olhos eram de madeira, ela sentou-se ao meu lado no mesmo banco e disse:
"Se todo o mundo fosse como o fundo dos mares haveria mais razões para dançar"
Os olhos dela estavam secos e ásperos mas ela chorava pelo canto do olho.
"Se não estivesses aqui parado num banco podias mudar o mundo"
O cabelo dela agora estava azul e já era o que se pode chamar de cabelo.
Ela sorriu duma forma estranha.
"Não falas, não te mexes, não mudas. E por isso destróis o mundo"
Por mais estranho que possa parecer eu não falei.
Um dos olhos estava a ficar envernizado e brilhante, o outro continuava áspero e seco.
Ela disse: "duas faces, dois mundos, dois olhos. Um sentado, outro a dançar..."
No olho de verniz vi reflexos de vários dançarinos a dançar e voar.
No outro não via nada e sentia-me sozinho ao olhar para ele, não havia vida…
"Danças?"
(não respondi)
"Então sentas-te para sempre?"
Levantei-me do banco e disse:
Nunca fui bom dançarino mas vale a pena tentar.
Ela desapareceu e percebi que continuava na falésia, apenas uma diferença, estava de pé.
Miguel Queiroz Martinho
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
uma máscara, duas máscaras, trés máscaras
Nos nossos dias mais facilmente do que nunca podemos fingir ou inventar pessoas que não somos, mas que afirmamos ser; a Internet veio revolucionar muito o que é o ser humano, já no telefone não víamos com quem falávamos mas agora com os chat’s nem ouvir ouvimos estes seres, com a Internet temos o poder de criar pessoas que não existem mas que afirmamos existirem; temos esse poder nos nossos dias, enganar nunca foi tão fácil, como é agora. Eu por exemplo tenho vários "nicks", varias máscaras, cada um (um pouco como heterónimos) é diferente na maneira de escrever/falar com os outros. Seja no Deviant art onde me faço passar pseudo artista ou noutros sites como o Youtube onde sou visto como um animador amador; a verdade é que eu não sou nem um nem o outro mas sim os dois deles mexidos com varinha magica. Até que ponto podemos inventar e enganar, a resposta é infinito. Tenho exemplos uma pessoa dogmática é facilmente enganada mesmo que afirmamos ser Deus elas acreditam sentem que são iluminadas quando não o são (é tudo psicológico) e perguntam sobre a existência e nós com esse poder inventamos mais mas sempre sem sair dos carris (não contradizer). E elas sentem que percebem o mundo como ninguém, mas que é que ia acreditar nelas?
"Ontem falei com Deus no MSN!"
>.>
"Deves estar a brincar"
Os cépticos não acreditam em nada por isso para eles o que interessa é simplesmente a razão pura que neste mundo é muito rara.
Mesmo a pessoa dogmática vai no momento pensar foi um sonho. Mas vai ao historial e vê a tal conversa
Vai demorar a perceber que foi enganada vai ficar fula, com este mundo, mas ele é assim.. Sempre foi.
Afinal as mascaras sempre são usadas para vantagens dos utilizadores, para melhor compreensão de como funciona o mundo. Com mascaras à progressão intelectual mas também uma perda de identidade ao tentar escrevê-la;
Por exemplo quando escrevo o meu nome estou a ser eu?
Quando escrevo noutro nome estou a ser outra pessoa?
Acho que não é tão simples, não é preto nem branco, é cinzento.
A cor das nossas máscaras é cinzenta.
Sendo o preto a pessoa que tentas ser,
Sendo branco a pessoa que és desde o inicio da tua vida.
Outro texto estilo crónica jornalística da autoria de Miguel Queiroz Martinho
"Ontem falei com Deus no MSN!"
>.>
"Deves estar a brincar"
Os cépticos não acreditam em nada por isso para eles o que interessa é simplesmente a razão pura que neste mundo é muito rara.
Mesmo a pessoa dogmática vai no momento pensar foi um sonho. Mas vai ao historial e vê a tal conversa
Vai demorar a perceber que foi enganada vai ficar fula, com este mundo, mas ele é assim.. Sempre foi.
Afinal as mascaras sempre são usadas para vantagens dos utilizadores, para melhor compreensão de como funciona o mundo. Com mascaras à progressão intelectual mas também uma perda de identidade ao tentar escrevê-la;
Por exemplo quando escrevo o meu nome estou a ser eu?
Quando escrevo noutro nome estou a ser outra pessoa?
Acho que não é tão simples, não é preto nem branco, é cinzento.
A cor das nossas máscaras é cinzenta.
Sendo o preto a pessoa que tentas ser,
Sendo branco a pessoa que és desde o inicio da tua vida.
Outro texto estilo crónica jornalística da autoria de Miguel Queiroz Martinho
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Bolota sorvida em taparoware cónico
Sozinho em cada letra perguntei à palavra: onde e para quê? Ela com se não fosse problema dela diz-me num tom desagradável: verbo! Só sei que me perdi pois quando abri os olhos era aquele adverbio.. começado por E... horas mais tarde a frase não fazia sentido, mas eu continuava ali deitado na letra, na feia letra. O ruído da frase mal composta doía por todo o meu corpo, não era língua apresentável nem descodificavel por seres humanos, fiz uma pausa breve para beber café, e ai lembrei-me, beber, que bom verbo para esta frase e então a mudei num instante mas ainda não era o que eu queria havia duas palavras e uma horrenda (a que falou comigo à bocado) por isso usei a boa ferramenta que é a borracha (e como eu adorava escrever com a borracha as melodias do silencio) a dor do silencio a cor do silencio. As ferias fizeram que o meu cérebro se torna-se numa pedra feia que precisa de carvão para se mexer como a locomotiva que foi outrora mas não agora, agora pedra que apaga e não escreve, escreve mas não escreve, porque se escrevesse não o faria assim. Ou será...
no fundo no fundo estava a bolota a barafustar
sorvida num taparoware cónico a barafustar somente
somente a barafustar...
"bebi uma bolota castanha e dura para amanhã a salvar"
eis a frase que escrevi depois de escrever com a borracha, depois de tanto apagar.
PS. Este texto como todos neste blog são da minha autoria, não tomei nenhuma droga alucino genica nem álcool nem café foi puro e simples imaginação infértil...
PSS. corrigido e pontuado :)
no fundo no fundo estava a bolota a barafustar
sorvida num taparoware cónico a barafustar somente
somente a barafustar...
"bebi uma bolota castanha e dura para amanhã a salvar"
eis a frase que escrevi depois de escrever com a borracha, depois de tanto apagar.
PS. Este texto como todos neste blog são da minha autoria, não tomei nenhuma droga alucino genica nem álcool nem café foi puro e simples imaginação infértil...
PSS. corrigido e pontuado :)
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
1º post
Este blog destina-se a um trabalho individual da disciplina de Português.
O objectivo é fazer 2 posts semanais até ao fim deste 2º período do ano 08\09 cada post deve ter os seguintes temas:
Programa dado nas aulas, elemento escolhido no 1º período e a nossa vida pessoal relacionando todas elas num trabalho que desenvolva as nossas capacidades de escrita.
Dito isto vou tentar fazer posts com essas características começando hoje:
-----------------------------------------------------------------------
Hoje na aula foram lidos e ouvidos textos sobre a nova matéria deste período que é os heterónimos e o otrónimo de Fernando Pessoa. Gostei muito do poema de Alberto Caeiro sobre o seu ponto de vista em relação a Jesus e do seu estilo. Mostra que é um heterónimo muito baseado no que vê não dando muita importância ao que não existe no seu campo de visão (anti-metafisico e sensualista visual), gosta da natureza vendo-a como o que é puro e verdadeiro (panteísmo).
Outros textos ouvidos foram do novo "livro de início de aula" no qual todo o livro é maneiras de dizer uma situação simples e banal.
O objectivo é fazer 2 posts semanais até ao fim deste 2º período do ano 08\09 cada post deve ter os seguintes temas:
Programa dado nas aulas, elemento escolhido no 1º período e a nossa vida pessoal relacionando todas elas num trabalho que desenvolva as nossas capacidades de escrita.
Dito isto vou tentar fazer posts com essas características começando hoje:
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Hoje na aula foram lidos e ouvidos textos sobre a nova matéria deste período que é os heterónimos e o otrónimo de Fernando Pessoa. Gostei muito do poema de Alberto Caeiro sobre o seu ponto de vista em relação a Jesus e do seu estilo. Mostra que é um heterónimo muito baseado no que vê não dando muita importância ao que não existe no seu campo de visão (anti-metafisico e sensualista visual), gosta da natureza vendo-a como o que é puro e verdadeiro (panteísmo).
Outros textos ouvidos foram do novo "livro de início de aula" no qual todo o livro é maneiras de dizer uma situação simples e banal.
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